sábado, 7 de janeiro de 2012

Concerto de Ano Novo




Sónia Alcobaça (Soprano), Maestro Nikolay Lalov e Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.

Obras de Gounod, Verdi, Puccini, Massenet, Mascagni, Nicolai, Strauss, entre outros.



7 de Janeiro, 18:00
Auditório Ruy de Carvalho, Carnaxide
Rua Cesário Verde, Centro Cívico

Bilhetes: 3€

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8 de Janeiro, 18:30
Auditório Senhora da Boa Nova, São João do Estoril
Rua do Campo Santo, 441

Bilhetes: 5€


domingo, 15 de maio de 2011

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Temporada de Música da Casa de Ópera do Cabo Espichel


Sónia Alcobaça (soprano)
Ana Jacobetty (piano)


17 Abril / 16 horas
Igreja de Nossa Senhora da Consolação do Castelo

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Programa

Romantismo: Luz e Sombra


GEORGES BIZET (1838-1875)
"Seguidille" (Carmen)

GAETANO DONIZETTI (1797-1848)
“Cupa fatal mestizia” (Maria di Rohan)

VINCENZO BELLINI (1801-1835)
“Qui la voce sua soave…Vien diletto” (Elvira/I Puritani)

FRÉDÉRIC CHOPIN (1810-1849)
Estudo nº1 (Trois Nouvelles Études)

GEORGES BIZET
“Je dis que rien ne m’épouvante” (Micaela / Carmen)

PIETRO MASCAGNI (1863-1945)
"Voi lo sapete, o mamma" (Santuzza / Cavalleria Rusticana)

GIACOMO PUCCINI (1858-1924)"Sola, perduta, abbandonata" (Manon Lescaut)

FRÉDÉRIC CHOPINValsa Op. 64, nº1

GIACOMO PUCCINI
"Chi il bel sogno di Doretta" (Magda / La Rondine)

"Addio, Mio Dolce Amor" (Fidelia / Edgar)

FRÉDÉRIC CHOPIN
Polonaise Op.40, nº1

GEORGES BIZET
"Habanera" (Carmen)

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Le Nozze di Figaro - Coliseu do Porto




Fotos de: Marta Ferreira e Helder Barreto


terça-feira, 15 de março de 2011

Ópera no Coliseu do Porto / Orquestra do Norte


Ópera em Quatro Actos

Música de Wolfgang Amadeus Mozart

Libretto de Lorenzo da Ponte, baseado na comédia Le nozze di Figaro de Beaumarchais

Première Mundial: Viena, a 1 de Maio de 1786

As Bodas de Fígaro, uma das óperas mais populares de Mozart, foi criada a partir da segunda peça da trilogia de Beaumarchais, La Folle Journée, ou Le Mariage de Figaro, de 1778, que havia sido banida dos palcos de Viena devido à temática subversiva, mais especificamente, no que diz respeito à sátira à nobreza – um tema arriscado numa época de grandes convulsões políticas. Apesar da proibição, Mozart teria tido acesso à versão impressa do drama assim como à adaptação operática da primeira peça da trilogia, Le Barbier de Séville, por parte de Giovanni Paisiello. Estreada em Viena em 1783, a ópera de Paisiello foi um enorme sucesso e constituiu, ao mesmo tempo, uma oportunidade para Mozart se inteirar do drama de Beaumarchais. Seria no entanto inevitável que o libreto, resultado da primeira colaboração de Da Ponte com Mozart, suprimisse as secções mais comprometedoras resultando numa obra claramente menos subversiva que o texto original.

A composição de As Bodas de Fígaro iniciou-se no final de 1785, tendo a estreia ocorrido em Maio do ano seguinte, em Viena onde a obra foi muito bem aceite. De seguida, foi levada à cena em Praga onde teve uma recepção entusiástica, acabando por levar à encomenda de Don Giovanni, estreada na mesma cidade, no ano seguinte. Por outro lado, a reposição da ópera, em 1789 em Viena, conduziria à encomenda de Così fan tutte, tornando As Bodas de Fígaro uma peça fundamental para a produção operática subsequente do compositor. Na última década do século XVIII e nos séculos seguintes, a obra foi alvo de várias traduções e adaptações, tornando-se uma das obras mais encenadas e emblemáticas do repertório operático ocidental. Personagens e Intérpretes:

Conde de Almaviva - Job Arantes Tomé (barítono) Condessa - Sónia Alcobaça (soprano) Susana - Ana Pinto (soprano) Querubim - Madalena Boleo (soprano) Don Bártolo - Bruno Pereira (barítono) Fígaro - Hugo Oliveira (baixo-barítono) Don Basílio - Fernando Guimarães (tenor) Marcelina - Inês Soares (soprano) Barbarina - Inês Moreira (soprano) António - Tiago Matos (barítono)

Coro da Ópera do Porto Emídio Guidotti, encenação Young Min Park, direcção musical


quarta-feira, 2 de março de 2011

Teatro Municipal de Almada

Teatro Nacional de São Carlos
DEPOIS DA GUERRA CIVIL – O REPERTÓRIO ITALIANO

TNSC // João Paulo Santos


O ciclo O São Carlos no Século XIX prossegue com trechos do repertório italiano que se ouvia no nosso teatro de ópera, após a Guerra Civil que paralisou o País até 1834. João Paulo Santos, ao piano, e Sónia Alcobaça, Maria Luísa de Freitas e Luís Rodrigues – cantores que são presenças regulares nos palcos de ópera portugueses e estrangeiros – interpretam um programa que delineia a progressiva afirmação do brilho e exigência do belcanto.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Portfólio: I Pagliacci




I Pagliacci - Leoncavallo
Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz - 2008
Fotografias de Francesco Bondì (Encenador e Cenógrafo)

domingo, 3 de outubro de 2010

TNSC - CAVALLERIA RUSTICANA



Fotos de Ricardo Brito




CONTAR UMA ÓPERA
- CAVALLERIA RUSTICANA
PIETRO MASCAGNI (1863-1945)


TEATRO NACIONAL DE SÃO CARLOS


NOVEMBRO
Dia 3 e 4 às 20:00h

Dia 6 e 7 às 16:00h


VERSÃO DE CONCERTO

Direcção Musical Martin André

Ópera contada por Beatriz Batarda

Orquestra Sinfónica Portuguesa

Coro do Teatro Nacional de São Carlos

INTÉRPRETES

Santuzza Sónia Alcobaça
Lola
Maria Luísa de Freitas
Lucia
Laryssa Savchenko
Turiddu
Fernando del Valle
Alfio
Luís Rodrigues


Melodramma em um acto.
Libreto de Giovanni Targioni-Tozzetti e Guido Menasci, segundo a peça de Giovanni Verga.


Estreia absoluta: Teatro Costanzi de Roma a 17 de Maio de 1890


SINOPSE

A ideia de criar uma ópera sobre a peça Cavalleria Rusticana de Giovanni Verga, surgiu em 1888 quando Pietro Mascagni tomou conhecimento da 2.ª edição do concurso patrocinado pelo editor Edoardo Sonzogno. O libreto, concluído em 1888, resultou de um convite ao seu amigo Giovanni Targioni, tendo este por sua vez convidado Guido Menasci. O compositor terminou o melodramma em um acto no mês de Maio de 1889, enviando-o a Puccini que, por sua vez, o deu a conhecer a Giulio Ricordi que não revelou entusiasmo pelo trabalho. Cavalleria Rusticana foi uma das obras premiadas no concurso, valendo-lhe a estreia em 1889 sob a direcção de Leopoldo Mugnone, um dos mais reputados maestros ligado aos géneros operáticos. A ópera revelou-se um grande êxito, sendo colocada em cena nos principais teatros de ópera do mundo e resultando num considerável lucro para Sonzogno. A acção tem lugar na Sicília, durante a Páscoa, e assenta num enredo amoroso com final trágico. Santuzza carregava no ventre um filho de Turiddu. No entanto, ele abandonara-a voltando para o seu antigo amor, Lola, casada com Alfio. Os dois amantes assumiram a sua relação publicamente, desencadeando um duelo por desafio de Alfio a Turiddu. A luta tem lugar fora de cena, sendo a morte de Turiddu anunciada pelo choro e gritos das mulheres no final da ópera. Mascagni criou assim uma ópera dominada pela estética verista, apresentando elementos sonoros e motivos recorrentes que evocavam o ambiente siciliano, assim como outros associados às personagens, dominados pelos sentimentos de ciúme e traição. O equilíbrio da obra surge da conjugação de uma orquestração e harmonia convencional, aliado a uma inventividade melódica que expressa o domínio criativo do compositor.
Pedro Russo Moreira


Críticas:

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Mascagni: "Cavalleria Rusticana"

"(...) mas foi Sónia Alcobaça (Santuzza) quem mais brilhou e a única que tentou emprestar alguma intenção dramática à representação. O papel, porém, é pesado e não deve abusar. A estrela vai em honra dela."

Jorge Calado, in Atual / Expresso


"Excelente interpretação da soprano Sónia Alcobaça (Santuzza). O São Carlos pisca o olho a um público mais jovem, oferecendo um outro olhar sob a obra de Pietro Mascagni."

in http://acidadedeclarissa.blogspot.com