quarta-feira, 25 de novembro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Críticas

John Allison - Opera
"(...) The plotting of Hagen (James Moellenhoff), Gunther (a powerful-voiced Michael Vier) and Gutrune (the soft-grained soprano Sónia Alcobaça) is vividly done, and Gunther and Gutrune are first discovered sharing a jacuzzi - adding yet another layer of incest to the tangled Ring relationships."
John Allison - Opernwelt
"(...) Die Intrigen von Hagen (James Moellenhoff), Gunther (mit kraftvoller Stimme: Michael Vier) und Gutrune (mit feinkörnigem Sopran: Sónia Alcobaça) kommen lebhaft, erregt. Dass man Gunther und Gutrune zunächst gemeinsam in einem Jacuzzi sieht, spinnt das Inzest-Motiv im «Ring» um eine Episode weiter."
Teresa Cascudo - Mundoclasico.com
"(...) En el lado oscuro, Michael Vier (Gunther), James Moellenhoff (Hagen), Johann Werner Prein (Alberich) y Sónia Alcobaça (Gutrune), fueron también magníficamente convincentes en el aspecto teatral y estuvieron en un buen nivel desde el punto de vista vocal. Por un lado, tuvimos a Moellenhoff, de voz oscura y gesto malvado, tanto como Prein, que es uno de los mejores artistas que han participado en este Anillo. Por otro, a los dos hermanos, de los que me cuesta no destacar a Sónia Alcobaça. Aunque no la conozco personalmente, poseo por la joven soprano portuguesa un especial cariño, que se debe a la valentía con la que está conduciendo su carrera. Esto tiene particular mérito en un medio como el portugués, pequeño y que no ofrece, por lo tanto, demasiadas oportunidades para desarrollar de forma coherente (y sin destrozarse la voz) una carrera tan específica como es la una cantante lírica. Se mueve bien en el registro de soprano lírico spinto. Es muy expresiva, con segura zona grave y timbre brillante, lo que le permite abordar papeles como el de Gutrune. Se resintió un poco del peso de la responsabilidad, lo que no es de extrañar teniendo en cuenta las escasas veces en las que el São Carlos abre sus puertas a cantantes portugueses asumiendo papeles tan relevantes."
Antônio Esteireiro - Opera Actual
"(...) Para los cantantes representaba sin duda un esfuerzo suplementario el ritmo alucinante de la dirección escénica, pero ello no impidió la excelencia de sus prestaciones. (...) Entre los demás solistas cabe destacar al barítono Johann Werner Prein (Alberich), el único que ha cubierto todo el ciclo, y el bajo James Moellenhoff (Hagen), con Michael Vier (Gunther), Sónia Alcobaça (Gutrune) y Maria Luisa de Freitas (Segunda Norna)."
Pedro Boléo - Público
"(...)Para além do extraordinário Prein, destaquem-se ainda as qualidades de Michael Vier (Gunther) e a consistência de James Moellenhoff (Hagen), bem como Sónia Alcobaça, que brilhou vocal e teatralmente no exigente papel de Gutrune."
Laurent - blog.parisbroadway.com
"Les chanteurs, malgré de petites faiblesses, sont globalement excellents. Leur implication au service de la conception du metteur en scène fait plaisir à voir."
ilpastorfido.blogspot.com
"Sónia Alcobaça (Gutrune) - Gostei muito de a ouvir, tem um timbre bonito, e fico feliz por ver uma portuguesa como seconda-donna num teatro que é monopolizado maioritariamente por estrangeiros."
Blog: Aurora luminosa
"Nas vozes, destaco James Moellenhoff (Hagen), pela sua solidez e segurança; e Gutrune (Sónia Alcobaça) de voz harmoniosa e bem timbrada."
Jorge Calado - Expresso
"Tive a oportunidade de assistir novamente (dia 18) a "Götterdämmerung", no São Carlos. Agora bem rodada, esta 4a récita foi uma revelação: o maestro Letonja conseguiu tirar o melhor rendimento duma orquestra transfigurada (em relação à estreia). Se juntarmos a recriação genial de Vick e uma Sónia Alcobaça (Gutrune) e um James Moellenhoff (Hagen) no seu melhor, temos uma gloriosa tarde de ópera! Confirma-se, uma vez mais, que os críticos não devem frequentar as estreias."
Facebook - Ana Cano
"Gostava de felicitá-la. Foi uma muito, muito feliz surpresa esta sua Gutrune! Gostei de conhecê-la, Sónia! - de ouvi-la (timbre tão agradável!), de vê-la (que expressividade!: tudo lhe passa pelos olhos!, pelas delicadas feições que, a cada momento, e tão perfeitamente!, tão exactamente!, tomam para si a expressão do sentir experimentado, do instante, mais do que representado, ali vivido...).
Parabéns!! Felicidades! E... obrigada, Sónia!!"
Artes & Espectáculos - "Crepúsculo dos Deuses" no São Carlos - RTP Noticias, Vídeo
Götterdämmerung: última récita pela Internet
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Ópera no Teatro S. Luiz em 2010

OS MORTOS VIAJAM DE METRO
Abril/2010
Domingo às 17H30
Libreto Armando Nascimento Rosa
Encenação Paulo Matos
domingo, 19 de julho de 2009
Götterdämmerung em Outubro

Desenho de Luz Giuseppe di Iorio
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
SINOPSE
sexta-feira, 26 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Jornal Público - "Uma ópera em construção"


quinta-feira, 11 de junho de 2009
Fazer uma ópera numa escola do século XXI

Criado por Benjamin Britten, no final dos anos 40, o projecto Let’s Make an Opera (com libreto de Eric Crozier) propõe-se fazer da construção de uma ópera o próprio espectáculo. Originalmente, tal como foi concebido por Britten, o espectáculo apresenta na primeira parte uma peça de teatro habitada por uma família cujas crianças decidem construir uma ópera. Chamam-lhe The Little Sweep (O Pequeno Limpa-Chaminés) e a acção decorre no século XIX. Toda a primeira parte do espectáculo, ocupada pela escrita e pelos ensaios das crianças, é uma preparação do que vem a seguir, quando a ópera é então posta em cena. O libreto conta a história do pequeno Sam (João, na versão portuguesa), que é obrigado a trabalhar aos nove anos, vendido pelo pai aos limpa-chaminés e por eles explorado. O seu destino parece traçado até que um dia fica preso na chaminé da casa onde vive a família que conhecemos na primeira parte do espectáculo. As crianças descobrem Sam e resolvem libertá-lo de uma vida de escravidão. Dão-lhe banho, alimentam-no e ajudam-no a fugir.
Pode dizer-se que "Vamos Fazer uma Ópera – Um Entretenimento para Jovens", com estreia a 19 de Junho no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, é um espectáculo "completo". Tem teatro, tem música, tem ópera. No elenco tem crianças e adultos, tem solistas e coro, e mesmo o público é convidado a participar.
A nova versão portuguesa (com três actos) de Let’s Make an Opera, embora fiel à ópera, integra um novo conceito: o encenador Paulo Matos, que já tinha montado este espectáculo nos anos 90, quis tornar a primeira parte muito mais abrangente e acentuar-lhe a importância. De uma casa particular, a acção passa para uma escola básica contemporânea, onde alunos e professores se propõem construir uma ópera. Mas Paulo Matos foi mais longe. "Procurei estabelecer um paralelo entre a primeira e a segunda parte do espectáculo, introduzindo na escola uma criança que também é vítima de exploração infantil, tal como o pequeno limpa-chaminés na ópera", explica o encenador. É assim que surge o João, um menor marginalizado, que se infiltra na escola com a intenção de roubar alguma coisa de valor o pai exige-lhe que leve dinheiro para casa, mas que ali procura também um lugar onde possa dormir e abrigar-se do frio. É descoberto pelos alunos da escola, que acabam por acolher com grande entusiasmo o novo colega. A sua salvação chega através de um projecto artístico que o integra na escola e que lhe dá a oportunidade de ser criativo e de brincar, com a mesma liberdade que têm as outras crianças. Vão construir uma ópera! No segundo acto, professores e alunos da turma de artes lançam mãos à obra, e envolvem-se num projecto escolar com todos os elementos essenciais de aprendizagem, onde não falta a investigação histórica que permite tecer uma narrativa do século XIX, com limpa-chaminés.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Opera Premium em Albufeira














