domingo, 12 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
domingo, 5 de abril de 2009
Portfólio: Recital de Sesimbra
"Vissi d'arte" Tosca/Puccini
"Qual fiamma avea nel guardo" - Nedda/Leoncavallo
"Quando m'en vo" - Musetta/Puccini
Após várias tentativas frustradas para conseguir endireitar as imagens decidi editá-las mesmo assim. São três árias do recital de Sesimbra, que o meu querido Luis Pereira teve a amabilidade de registar. Apesar da reverberação da Igreja e da fraca qualidade dos microfones do telemóvel, ainda assim dá para apreciar um pouco do que foi este serão em torno de Puccini.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Programa do Recital de Sesimbra
GIACOMO PUCCINI (1858-1924)
"Signore, ascolta!" (Liù - Turandot)
"Un bel dì vedremo" (Cio-cio San - Madama Butterfly)
Prelúdio (Tosca)
"Vissi d'arte" (Tosca)
Encore:
"Quando me'n vo" (Musetta - La Bohème/Puccini)
"Pace, pace" (Leonora - La Forza del Destino/Verdi)
sábado, 21 de março de 2009
Portfólio: "Metanoite" de João Madureira


Metanoite
29 e 30 de Junho de 2007 / Grande Auditório da F.C.Gulbenkian
Sobre esta ópera escreveu o compositor João Madureira :
”Metanoite é uma ópera que reflecte sobre o estado do mundo neste microclima que é o meio artístico erudito nos nossos dias – as suas contradições, surpresas e perplexidades. E é também uma reflexão sobre o modo como pensamos e sobre a própria linguagem que usamos e que a nós nos usa.”
Composição: João Madureira
Libreto: a partir de “O Senhor dos Herbais” e outros livros de Maria Gabriela Llansol
Adaptação: João Barrento
Direcção musical: Cesário Costa
Encenação: André e. Teodósio em parceria com Catarina Campino e Javier Núñez Gasco
Desenho de luz: Cristina Piedade
Pianista correpetidor: Pedro Vieira de Almeida
OrchestrUtopica
Cantores:
Sónia Alcobaça (soprano),
Sílvia Filipe (meio-soprano),
Mário Redondo (barítono);
Actores: André e. Teodósio, Catarina Campino, Javier Núñez Gasco, Maria João Machado, Mónica Garnel, Paula Sá Nogueira
Banda convidada: METANOITE (André Campino, André Prata, Hugo Cruz, Paulo Gonçalves).
Espectáculo para maiores de 12 anos.
domingo, 8 de março de 2009
Petite Messe Solennelle - Rossini
quarta-feira, 4 de março de 2009
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Foyer Aberto - O São Carlos no século XIX


Concertos ao fim de tarde (18h00):
10. MARÇO
DEPOIS DA GUERRA CIVIL - O REPERTÓRIO ITALIANO
Piano: João Paulo Santos
Comentários: Luísa Cymbron
Soprano: Sónia Alcobaça
Meio-soprano: Maria Luísa de Freitas
Barítono: Luís Rodrigues
GAETANO DONIZETTI
"Apri il ciglio" - Duetto Eleonora, Cardenio (Il Furioso nell'isola di San Domingo)
"Cupa, fatal mestizia" - Cavatina Maria (Maria di Rohan)
"Oh, de' verd'anni miei" - Aria Carlo (Ernani)
VINCENZO BELLINI
"Qui la voce sua soave" - Cantabile Elvira (I Puritani)
"Al seno mi stringi" - Terzetto Saffo, Climene, Alcandro (Saffo)
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Recital na Gulbenkian
Recital no Auditório 2 da FCG

Sónia Alcobaça apresenta-se no ciclo Novos Intérpretes com mélodie e canción.
Terça, 10 Fev 2009, 19:00 - Auditório Dois
A mélodie nasceu da junção de dois elementos fundamentais. Por um lado, pode ser vista como a consequência do impacto que os Lieder de Schubert tiveram sobre a prática vocal francesa, que até à década de 30 do século XIX é dominada pela romance. Por outro lado, desenvolveu-se acompanhando as novidades estilísticas e estéticas que foram sendo introduzidas pelos poetas franceses ao longo do século XIX e durante as primeiras décadas do século XX.Género artístico subtil e sofisticado como nenhum outro, a mélodie teve, no momento entre as duas Guerras, um dos seus períodos áureos. Paralelamente, enquanto Paris guardou o seu estatuto de capital cultural europeia, influenciou também a música vocal de compositores cuja origem não era francesa, mas que fizeram daquela a sua cidade de eleição. Ambos os elementos reflectem-se no fascinante programa que será interpretado neste recital.O concerto mostra, através das obras escolhidas, a variedade dos universos poéticos e musicais que a mélodie, como género, pode chegar a expressar, assim como a sua frutífera influência na canción lírica de cinco compositores que, apesar de serem espanhóis, sempre mantiveram ligações com a cultura francesa. A acertada selecção, que inclui composições de Falla, Granados, Honneger, Milhaud, Poulenc e, ainda, três canções de café-concerto da autoria de Satie, foi especialmente concebida para valorizar a magnífica voz e o talento dramático da jovem soprano Sónia Alcobaça, que se apresentará no âmbito do Ciclo Novos Intérpretes da Temporada Gulbenkian de Música, e a sensibilidade a que nos tem acostumado o pianista João Paulo Santos.
Serviço de Música da FCG
02 Fevereiro 2009
Espanhóis e franceses por Sónia Alcobaça
Com Sónia Alcobaça (Soprano) e João Paulo Santos (Piano)
Obras de Albéniz, Falla, Turina, Granados, Halffter, Durey, Milhaud, Honegger, Tailleferre e Satie.
Para o seu primeiro recital a solo na Gulbenkian, no âmbito do ciclo Novos Intérpretes, a soprano Sónia Alcobaça escolheu, com o pianista João Paulo Santos, um interessante programa, que se centra em compositores franceses e espanhóis, a maior parte deles activos no período entre as duas Guerras Mundiais.
Canções escritas pelos membros do chamado Grupo dos Seis (nome que lhe foi atribuído pelo crítico Henri Collet em 1923) - Durey, Milhaud, Auric, Honegger, Poulenc, Tailleferre - e do seu mentor Erik Satie combinam-se com páginas de Albéniz, Granados, Falla, Turina e Halffter. Se o exotismo da música espanhola fascinou os compositores franceses do princípio do século XX, o ambiente parisiense e as correntes do Impressionismo e do Neoclassicismo francês foram igualmente marcantes para os compositores ibéricos.
Sónia Alcobaça tem-se distinguido entre a nova geração de cantores portugueses pelo seu timbre cintilante e por óptimas qualidades musicais. Estudou na Escola Superior de Música de Lisboa com Joana Silva, trabalhando actualmente com Elena Dumitrescu-Nentwig. Já interpretou vários papéis do repertório lírico em obras de Donizetti, Bizet, Britten, Milhaud, Honegger, Falla e Pinho Vargas) e tem actuado com vários agrupamentos, entre os quais a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra do Algarve, a Orchestrutópica e o Ensemble Barroco do Chiado.
Cristina Fernandes
Público, 06 de Fevereiro, 2009
















