Deixo-vos a nova Temporada da F.C.G. e, já agora, convido a consultar a página 60 e a marcar na agenda.
terça-feira, 27 de maio de 2008
Fundação Calouste Gulbenkian 2008/09
Deixo-vos a nova Temporada da F.C.G. e, já agora, convido a consultar a página 60 e a marcar na agenda.
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Teatro Virgínia - Missa de Bruckner
Concerto adiado
Pois é, o tempo não deu tréguas e por isso o Concerto programado para hoje nas Piscinas Oceânicas (ao ar livre) ficou adiado para dia 14 de Junho. Por coincidência, ou não, é o dia da Inauguração da Expo Saragoça 08, dedicada à Água e ao Desenvolvimento Sustentável. Estaremos, portanto, em sintonia. Não esquecer de marcar na agenda.
domingo, 11 de maio de 2008
A Sea Symphony - Vaughan Williams

Por muito estranho que possa parecer, principalmente com o tempo que tem feito, será este o local do meu próximo concerto, as Piscinas Oceânicas de Oeiras. No dia 22 de Maio às 21h lá estarei na companhia do Côro Lisboa Cantat, de Nicholas McNair ao piano, do barítono Manuel Rebelo e do Maestro Jorge Alves, todos juntos numa plataforma construida sobre o Espelho de Água, esse mesmo da fotografia. No programa, e bem a propósito, a Sinfonia nº1 de Vaughan Williams, mais conhecida por "A Sea Symphony".
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Buxtehude em Ponta Delgada

Será já na próxima semana que, a convite do Côro Bach, voltarei à encantadora ilha de S. Miguel. Desta vez para interpretar as Cantatas "Membra Jesu Nostri" de Buxtehude. Além destas fará igualmente parte do programa a Cantata BWV 182 de Bach. O concerto, integrado nas festividades do Santo Cristo, será no dia 23 de Abril pelas 21h.
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Em memória do meu querido Papá (1930-2008)
Uma das suas obras preferidas com a nossa eterna saudade.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
"Foyer Aberto" no Teatro Nacional de São Carlos

Ontem, 21 de Fevereiro, no segundo concerto do Ciclo para canto e piano dedicado a compositores portugueses do século XIX, tive o enorme prazer de interpretar trechos de óperas portuguesas votadas, infelizmente, ao esquecimento, não fosse o inestimável trabalho de pesquisa e recolha efectuado por Luísa Cymbron e João Paulo Santos. De Francisco Sá de Noronha foram revividos momentos das óperas "L'arco di Sant'Anna" e "Beatrice di Portogallo". No final, "Fra Luigi di Sousa", de Freitas Gazul. Testemunhos de um romantismo musical português que muito convenceram e entusiasmaram os presentes. Do grupo de cantores fizeram ainda parte Maria Luísa de Freitas, Carlos Guilherme, Diogo Oliveira e Mário Redondo. Ao piano o maestro João Paulo Santos. Foyer lotado.
Primeira foto de "La voix humaine"
Tragédia lírica em um acto sobre textos de Jean Cocteau
Soprano: Sónia Alcobaça
Pianista: Helder Marques
Figurantes: Elisabete Fragoso, José Lourenço, Marie Mignot, Paula Conceição
Desenho de luz: Paulo Graça
Duração: 50’
“La voix humaine” foi apresentada no Centro de Arte Moderna
José de Azeredo Perdigão no dia 27 de Novembro de 2007
«(...) um personagem, o amor, e o acessório banal das peças
modernas, o telefone... por vezes, mais perigoso que o revólver».
Jean Cocteau
LA VOIX, voix, voie... qui raisonne, résonne, RÉSONNE «Aquilo que traz de novo a versão operática de"A Voz Humana" é que a música não se sobrepõe à obra escrita mas sublinha-a», afirmou Cocteau na estreia absoluta. Embora não exista qualquer registo, atrevo-me a afirmar que não terá escapado à sensibilidade poética de Cocteau e Poulenc outro aspecto radicalmente novo suscitado pela versão operática: um título, como “La Voix Humaine”, adquire outra força de evocação se associado a uma ópera… uma força – meta-operática – que impulsionou, desde cedo, o projecto de encenação que desenvolvi. Esta opção viu-se reforçada ao confrontar-me com “Le Bel Indifférent”, peça concebida por Cocteau após “La Voix Humaine” e que, do meu ponto de vista, assume os contornos de uma sequela (trata-se de um monólogo no qual uma mulher, cantora profissional, se dirige ao amante infiel; a actriz/cantora permanece ao telefone ao longo das páginas iniciais da peça e as suas primeiras palavras são uma citação de “La Voix Humaine”: «Allô… Allô…»). Esta perspectiva, para além de lançar nova luz sobre a personagem central, permite despoletar ressonâncias, catalizando, pois, um mecanismo de capital importância para cantores, encenadores e, claro, para um ‘encenador-cantor’. Equacionando estes aspectos, enveredei por uma mise en abyme de aplicação exclusiva à ópera de Poulenc - um ângulo de ataque impossível de aplicar à peça de Cocteau mas sustentado pela presença de música, como se impõe no contexto de um Curso de Encenação de Ópera.
José Lourenço
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