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terça-feira, 3 de julho de 2012

Ópera de Gluck - Festival Cistermúsica 2012


07-07-2012, 21:30 / Cine-Teatro de Alcobaça

Ópera em 5 actos, estreada em 1770, que relata a história de amor e sedução entre Páris e Helena, um dos mais apaixonantes mitos da antiguidade e que até hoje continua a inspirar variadas manifestações artísticas. Esta obra, que será apresentada pela primeira vez em Portugal, é a terceira das óperas reformistas do compositor alemão Christoph Willibald Gluck e do Poeta italiano Ranieri de'Calzabigi. 
A suavidade da música e a subtileza irónica do libreto, que ficciona o episódio da chegada de Páris a Esparta até à sua fuga com Helena para Tróia, conferem-lhe um tom muito mais próximo das óperas de Mozart do que das suas antecessoras "Orfeo ed Euridice" e "Alceste". Gluck dedicou esta obra a um português, D.João Carlos de Bragança Duque de Lafões, na altura residente em Viena e mais tarde fundador da Academia das Ciências de Lisboa.
Este projecto resulta da parceria artística entre o Estúdio de Ópera da Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), a Companhia Clara Andermatt e O Espaço do Tempo. Clara Andermatt e Rui Horta, ambos com percursos marcados pela sua íntima relação com o universo da música, juntam-se aos alunos, ex-alunos e professores da ESML para criar um projecto em que música, espaço e movimento se fundem num ambiente de intensa emotividade onde Deuses e Homens conspiram em nome do amor.

Encenação: Clara Andermatt
Direcção Artística do Estúdio de Ópera da ESML, edição e preparação musical: Nicholas McNair
Solistas: Carmen Matos, Carla Simões, Sara Marques, Sónia Alcobaça


Coro do Estúdio de Ópera da ESML:
Teresa Duarte, Rita Marques, Ana Sofia Ventura, Marta Garcia, Raquel Fernandes, Cláudia Nunes, Marta Cepêda, Laura Lopes, Avelino Abreu, Pedro Matos, Rui Aleixo, Pedro Cachado, Eduardo Martins, Ruben Rodeia, Gustavo Lopes.
Direcção - Clara Alcobia Coelho

Orquestra de Música Antiga da ESML:
Stephen Bull, Miguel Vasconcelos, Catarina Silva, Raquel Merrelho, Cristiana Sousa, Catarina Melo, Salomé Alves, Pedro Carvalho, Alexandrina Faria, Dina Hernandez, Danny Cruz, Paulo Sousa, João Luis Lopes, Catarina Dinis.
Direcção - Pedro Castro


Cenografia e Desenho de Luz: Rui Horta
Figurinos: Aleksandar Protic
Assistência de Encenação: Madalena Brak-Lamy
Direcção Técnica: Luís Bombico


Produção Executiva: ACCCA e Espaço do Tempo
Direcção de Produção: Alexandra Sabino
Assistência de Produção: Nuno da Rocha
Tour manager: Ana Carina Paulino


Coprodução: ACCCA - Companhia Clara Andermatt, ESML, O Espaço do Tempo e S.Luiz Teatro Municipal


Agradecimentos: Stephen Bull, Movimento de Expressão Fotográfica, Festival Cistermúsica, Theatro Circo.



sábado, 16 de janeiro de 2010

"Os mortos viajam de metro"


Jovem Suicída (Raquel Alão)

Sarah Kane (Sónia Alcobaça)

Agatha Christie (Susana Teixeira)

Virginia Woolf (Margarida Marecos)

Sylvia Plath (Sandra Medeiros)

Florbela Espanca (Madalena Boléo)

Música Hugo Ribeiro
Libreto Armando Nascimento Rosa
Encenação Paulo Matos
Interpretação Madalena Boléo, Margarida Marecos, Raquel Alão, Sandra Medeiros, Sónia Alcobaça, Susana Teixeira
Orquestra Sinfónica Portuguesa
dirigida pelo Maestro João Paulo Santos

Co-Produção SLTM ~ TNSC



Sinopse

Estreia da ópera resultante da 2ª. edição do concurso Ópera em Criação.

Numa estação de metro abandonada, uma jovem suicida quer pôr termo à vida com um revólver. Tentou-o antes de várias formas, e por isso afastou os vivos daquele lugar, onde já não passam locomotivas. Ela é o fantasma de alguém que morreu no passado, mas não o sabe. O público também só o saberá depois do prelúdio, quando outras personagens começarem a acorrer àquele cais subterrâneo e inóspito, sem perceberem o que as atrai ali. São fantasmas de mulheres escritoras que morreram por suicídio: Florbela Espanca, Virginia Woolf, Sylvia Plath e Sarah Kane. Também a presença póstuma de Agatha Christie comparece, procurando desvendar a identidade enigmática da jovem suicída. Mas só depois de descoberto o nome daquela estação de metro desactivada, quase invisível numa das paredes, elas perceberão quem é a estranha jovem, esquecida de si mesma, que a todos assombra. Esta é uma ópera (com prelúdio e um acto) para seis cantoras que efabula, em séria e lírica paródia, sobre os laços que reúnem a criação poética e a pulsão de morte.