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domingo, 29 de julho de 2012

Festival ao Largo 2012 - "Turandot" de Busoni


   
  "Trata-se de uma ópera em dois actos com uma história de amor/ódio rocambolesca mas que teve uma interpretação excelente por parte da Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida pelo maestro Moritz Gnann, do Coro do Teatro Nacional de São Carlos e dos cantores.

A ópera Turandot de Busoni não é uma ópera facil tanto pela língua em que é cantada, o alemão, bem como pela inovação na tonalidade, a atonalidade, que Busoni imprimia nas sua composições.
Com tudo isto tivemos em palco Sónia Alcobaça e Mário João Alves, o par romântico que nos surpreenderam não pela voz de execução excelente mas pela dicção.
Falar alemão e por vezes de forma rápida não é facil, fazê-lo a cantar, e bem, e a dar o toque da representação é bem mais dificil, mas não foi isso que nos deram a entender ao artistas em palco. Foram quase perfeitos!"
in Jornal Hardmusica





Récita de 28/07/2012

sábado, 14 de julho de 2012

Busoni "Turandot" - Festival ao Largo 2012



"TURANDOT" - FERRUCCIO BUSONI
27.28. JULHO

ÓPERA EM VERSÃO DE CONCERTO


Direcção Musical
Moritz Gnann


ELENCO


Turandot - Sónia Alcobaça
Kalaf - Mário João Alves
Altoum - Nuno Dias
Adelma - Maria Luísa de Freitas
Barak - Luís Rodrigues
Truffaldino - Carlos Guilherme
Pantalone - André Baleiro
Tartaglia - Nuno Pereira
Rainha Mãe - Filipa Lopes
Uma Cantora - Carolina Figueiredo


CORO DO TEATRO NACIONAL DE SÃO CARLOS
ORQUESTRA SINFÓNICA PORTUGUESA




terça-feira, 3 de julho de 2012

Ópera de Gluck - Festival Cistermúsica 2012


07-07-2012, 21:30 / Cine-Teatro de Alcobaça

Ópera em 5 actos, estreada em 1770, que relata a história de amor e sedução entre Páris e Helena, um dos mais apaixonantes mitos da antiguidade e que até hoje continua a inspirar variadas manifestações artísticas. Esta obra, que será apresentada pela primeira vez em Portugal, é a terceira das óperas reformistas do compositor alemão Christoph Willibald Gluck e do Poeta italiano Ranieri de'Calzabigi. 
A suavidade da música e a subtileza irónica do libreto, que ficciona o episódio da chegada de Páris a Esparta até à sua fuga com Helena para Tróia, conferem-lhe um tom muito mais próximo das óperas de Mozart do que das suas antecessoras "Orfeo ed Euridice" e "Alceste". Gluck dedicou esta obra a um português, D.João Carlos de Bragança Duque de Lafões, na altura residente em Viena e mais tarde fundador da Academia das Ciências de Lisboa.
Este projecto resulta da parceria artística entre o Estúdio de Ópera da Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), a Companhia Clara Andermatt e O Espaço do Tempo. Clara Andermatt e Rui Horta, ambos com percursos marcados pela sua íntima relação com o universo da música, juntam-se aos alunos, ex-alunos e professores da ESML para criar um projecto em que música, espaço e movimento se fundem num ambiente de intensa emotividade onde Deuses e Homens conspiram em nome do amor.

Encenação: Clara Andermatt
Direcção Artística do Estúdio de Ópera da ESML, edição e preparação musical: Nicholas McNair
Solistas: Carmen Matos, Carla Simões, Sara Marques, Sónia Alcobaça


Coro do Estúdio de Ópera da ESML:
Teresa Duarte, Rita Marques, Ana Sofia Ventura, Marta Garcia, Raquel Fernandes, Cláudia Nunes, Marta Cepêda, Laura Lopes, Avelino Abreu, Pedro Matos, Rui Aleixo, Pedro Cachado, Eduardo Martins, Ruben Rodeia, Gustavo Lopes.
Direcção - Clara Alcobia Coelho

Orquestra de Música Antiga da ESML:
Stephen Bull, Miguel Vasconcelos, Catarina Silva, Raquel Merrelho, Cristiana Sousa, Catarina Melo, Salomé Alves, Pedro Carvalho, Alexandrina Faria, Dina Hernandez, Danny Cruz, Paulo Sousa, João Luis Lopes, Catarina Dinis.
Direcção - Pedro Castro


Cenografia e Desenho de Luz: Rui Horta
Figurinos: Aleksandar Protic
Assistência de Encenação: Madalena Brak-Lamy
Direcção Técnica: Luís Bombico


Produção Executiva: ACCCA e Espaço do Tempo
Direcção de Produção: Alexandra Sabino
Assistência de Produção: Nuno da Rocha
Tour manager: Ana Carina Paulino


Coprodução: ACCCA - Companhia Clara Andermatt, ESML, O Espaço do Tempo e S.Luiz Teatro Municipal


Agradecimentos: Stephen Bull, Movimento de Expressão Fotográfica, Festival Cistermúsica, Theatro Circo.



quinta-feira, 7 de junho de 2012

Um Sonho Mágico


Uma foto no final do espectáculo no Auditório Senhora da Boa Nova, com os meus queridos Armando Possante (Metrónomo) e Diogo Oliveira (Professor). Bruxa da Afinação (Eu): "Abracadabra, Cabeça de Cabra, Cobras e Lagartos, Cordas de Violino, Diapasão!"

sábado, 2 de junho de 2012

Um Sonho Mágico - Ópera Infantil




Um Sonho Mágico

Ópera para crianças de Stela Lalova e Nikolay Lalov

Diogo Oliveira - Professor
Armando Possante - Metrónomo
Sónia Alcobaça - Bruxa da Afinação
Maestro Nikolay Lalov
Participação dos Alunos da Escola de Dança Ana Mangericão
Solistas e Coro do Conservatório de Música de Cascais
Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras

02 de Junho, às 18:00 - Auditório Ruy de Carvalho, Carnaxide
03 de Junho, às 18:30 - Auditório Sra. da Boa Nova, S.João do Estoril

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Le Nozze di Figaro - Coliseu do Porto




Fotos de: Marta Ferreira e Helder Barreto


terça-feira, 15 de março de 2011

Ópera no Coliseu do Porto / Orquestra do Norte


Ópera em Quatro Actos

Música de Wolfgang Amadeus Mozart

Libretto de Lorenzo da Ponte, baseado na comédia Le nozze di Figaro de Beaumarchais

Première Mundial: Viena, a 1 de Maio de 1786

As Bodas de Fígaro, uma das óperas mais populares de Mozart, foi criada a partir da segunda peça da trilogia de Beaumarchais, La Folle Journée, ou Le Mariage de Figaro, de 1778, que havia sido banida dos palcos de Viena devido à temática subversiva, mais especificamente, no que diz respeito à sátira à nobreza – um tema arriscado numa época de grandes convulsões políticas. Apesar da proibição, Mozart teria tido acesso à versão impressa do drama assim como à adaptação operática da primeira peça da trilogia, Le Barbier de Séville, por parte de Giovanni Paisiello. Estreada em Viena em 1783, a ópera de Paisiello foi um enorme sucesso e constituiu, ao mesmo tempo, uma oportunidade para Mozart se inteirar do drama de Beaumarchais. Seria no entanto inevitável que o libreto, resultado da primeira colaboração de Da Ponte com Mozart, suprimisse as secções mais comprometedoras resultando numa obra claramente menos subversiva que o texto original.

A composição de As Bodas de Fígaro iniciou-se no final de 1785, tendo a estreia ocorrido em Maio do ano seguinte, em Viena onde a obra foi muito bem aceite. De seguida, foi levada à cena em Praga onde teve uma recepção entusiástica, acabando por levar à encomenda de Don Giovanni, estreada na mesma cidade, no ano seguinte. Por outro lado, a reposição da ópera, em 1789 em Viena, conduziria à encomenda de Così fan tutte, tornando As Bodas de Fígaro uma peça fundamental para a produção operática subsequente do compositor. Na última década do século XVIII e nos séculos seguintes, a obra foi alvo de várias traduções e adaptações, tornando-se uma das obras mais encenadas e emblemáticas do repertório operático ocidental. Personagens e Intérpretes:

Conde de Almaviva - Job Arantes Tomé (barítono) Condessa - Sónia Alcobaça (soprano) Susana - Ana Pinto (soprano) Querubim - Madalena Boleo (soprano) Don Bártolo - Bruno Pereira (barítono) Fígaro - Hugo Oliveira (baixo-barítono) Don Basílio - Fernando Guimarães (tenor) Marcelina - Inês Soares (soprano) Barbarina - Inês Moreira (soprano) António - Tiago Matos (barítono)

Coro da Ópera do Porto Emídio Guidotti, encenação Young Min Park, direcção musical


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Portfólio: I Pagliacci




I Pagliacci - Leoncavallo
Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz - 2008
Fotografias de Francesco Bondì (Encenador e Cenógrafo)

domingo, 3 de outubro de 2010

TNSC - CAVALLERIA RUSTICANA



Fotos de Ricardo Brito




CONTAR UMA ÓPERA
- CAVALLERIA RUSTICANA
PIETRO MASCAGNI (1863-1945)


TEATRO NACIONAL DE SÃO CARLOS


NOVEMBRO
Dia 3 e 4 às 20:00h

Dia 6 e 7 às 16:00h


VERSÃO DE CONCERTO

Direcção Musical Martin André

Ópera contada por Beatriz Batarda

Orquestra Sinfónica Portuguesa

Coro do Teatro Nacional de São Carlos

INTÉRPRETES

Santuzza Sónia Alcobaça
Lola
Maria Luísa de Freitas
Lucia
Laryssa Savchenko
Turiddu
Fernando del Valle
Alfio
Luís Rodrigues


Melodramma em um acto.
Libreto de Giovanni Targioni-Tozzetti e Guido Menasci, segundo a peça de Giovanni Verga.


Estreia absoluta: Teatro Costanzi de Roma a 17 de Maio de 1890


SINOPSE

A ideia de criar uma ópera sobre a peça Cavalleria Rusticana de Giovanni Verga, surgiu em 1888 quando Pietro Mascagni tomou conhecimento da 2.ª edição do concurso patrocinado pelo editor Edoardo Sonzogno. O libreto, concluído em 1888, resultou de um convite ao seu amigo Giovanni Targioni, tendo este por sua vez convidado Guido Menasci. O compositor terminou o melodramma em um acto no mês de Maio de 1889, enviando-o a Puccini que, por sua vez, o deu a conhecer a Giulio Ricordi que não revelou entusiasmo pelo trabalho. Cavalleria Rusticana foi uma das obras premiadas no concurso, valendo-lhe a estreia em 1889 sob a direcção de Leopoldo Mugnone, um dos mais reputados maestros ligado aos géneros operáticos. A ópera revelou-se um grande êxito, sendo colocada em cena nos principais teatros de ópera do mundo e resultando num considerável lucro para Sonzogno. A acção tem lugar na Sicília, durante a Páscoa, e assenta num enredo amoroso com final trágico. Santuzza carregava no ventre um filho de Turiddu. No entanto, ele abandonara-a voltando para o seu antigo amor, Lola, casada com Alfio. Os dois amantes assumiram a sua relação publicamente, desencadeando um duelo por desafio de Alfio a Turiddu. A luta tem lugar fora de cena, sendo a morte de Turiddu anunciada pelo choro e gritos das mulheres no final da ópera. Mascagni criou assim uma ópera dominada pela estética verista, apresentando elementos sonoros e motivos recorrentes que evocavam o ambiente siciliano, assim como outros associados às personagens, dominados pelos sentimentos de ciúme e traição. O equilíbrio da obra surge da conjugação de uma orquestração e harmonia convencional, aliado a uma inventividade melódica que expressa o domínio criativo do compositor.
Pedro Russo Moreira


Críticas:

*
Mascagni: "Cavalleria Rusticana"

"(...) mas foi Sónia Alcobaça (Santuzza) quem mais brilhou e a única que tentou emprestar alguma intenção dramática à representação. O papel, porém, é pesado e não deve abusar. A estrela vai em honra dela."

Jorge Calado, in Atual / Expresso


"Excelente interpretação da soprano Sónia Alcobaça (Santuzza). O São Carlos pisca o olho a um público mais jovem, oferecendo um outro olhar sob a obra de Pietro Mascagni."

in http://acidadedeclarissa.blogspot.com


domingo, 19 de setembro de 2010

Teatro Municipal de Almada - Vamos fazer uma Ópera



VAMOS FAZER UMA ÓPERA

Um Divertimento para
Gente Miúda, op 45


Benjamin Britten / Eric Crozier


2 OUTUBRO 2010
Sáb às 16h00
/ Duração:2h15m
M12
Teatro Municipal de Almada
Sala Principal





-
NA ESCOLA / Teatro
Paulo Matos

-
O PEQUENO LIMPA-CHAMINÉS / Ópera

versão portuguesa de Alexandre Delgado


Vamos, de novo, Fazer Uma Ópera
"Let's make an opera, na concepção original de Benjamin Britten e Eric Crozier nasceu da vontade de criar uma ópera para e feita por crianças. Os protagonistas do espectáculo são crianças, quer as que desempenham os papéis da história do limpa-chaminés quer as que cantam na plateia as canções emblemáticas da ópera e que, supostamente, participaram activamente na sua criação e construção. É este o principal desafio: o público, maioritariamente constituído por jovens, deverá sentir não só que está a assistir a todo o processo de produção de um espectáculo de ópera, desde a sua criação, ao seu planeamento, ensaios, construção, etc, mas também que faz parte dele como personagem colectivo na forma de coro. Quando há 16 anos atrás realizei a primeira montagem desta obra no Teatro S. Luiz no âmbito da Lisboa/94, a minha primeira opção de fundo, que mantenho para esta remontagem, foi a de colocar todo esse processo – de produção de um projecto com e por crianças – dentro de uma escola. Pareceu-me então, como hoje ainda, que é dentro de uma escola, nas suas dimensões de aprendizagem, crescimento, confronto e vivências, que os jovens se constroem e, numa primeira fase, se relacionam com os universos culturais. Por isso me pareceu e parece que faz todo o sentido que este Vamos Fazer Uma Ópera seja uma decisão de projecto colectivo dentro de uma escola imaginária que construiremos no Grande Auditório da FCG. O desafio agora, tantos anos e tantos projectos depois – obrigado Catarina por tanto percurso partilhado - será o de saber sentir e recriar tudo o que mudou nos jovens e nas escolas desde então. Encontrando, uma nova linguagem, um renovado universo de relacionamentos e, até, uma redobrada competência como resultado de uma crescente maturidade. Vamos, de novo, fazer uma ópera!" Paulo Matos

Ficha Técnica:

Paulo Matos - concepção geral e encenação
Nuno Sá - direcção musical
Sara Machado Graça – cenografia e figurinos
Paulo Graça - desenho de luz
Paula Nora - produção executiva

Intérpretes e Personagens:

Diogo Mesquita – Diogo
Sónia Alcobaça – Gertrudes / Rosa
Luís Rodrigues – Amadeu / Zé Carvão / Tomás
João Queirós – Eleutério / Quim / Alfredo
Luísa Barriga – Cristina / Júlia
Maria Luísa de Freitas – Isabel / Dona Berta
Nuno Sá – Ricardo / Maestro
Luis Campos – Joãozinho
Catarina Mota e Melo – Aluna / Sofia
Maria Varandas – Aluna / Raquel
Pedro Portas Fontes – Aluno / Pedro
Martinho Ferreira – Aluno / Hugo
Leonor Andrade – Aluno / Tina

Alunos e Coro:

Ana Margarida Botelho, Beatriz Silva, Catarina Barreiros, Catarina Sousa, Clara Pedro, Guilherme Oliveira, Joana Costa, Madalena Barão, Madalena Pereira, Madalena Veiga, Mafalda Gonçalves, Maria Ferrer, Maria Luís Santos, Maria Madalena Santos, Susana Francês, Susana Medeiros.


Músicos:
Pianos - Pedro Vieira de Almeida e João Crisóstomo
Violinos - Ana Pereira e Ana Filipa Serrão
Viola - Joana Cipriano
Violoncelo -
Carolina Matos
Percussão - Pedro Carvalho


Produção original:


Fundação Calouste Gulbenkian – Descobrir
- Programa Gulbenkian para a Cultura -